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Mégane Sport Tourer hero
renault

Mégane Sport Tourer

1999 – 2023

A carrinha do segmento C da Renault que alia mala de 521 L, conforto e uma oferta ampla de motores — do Blue dCi ao PHEV E‑TECH 160.

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Precio medio
Segmento
C
Carrocería
CARRINHA

Sobre el modelo

O Renault Mégane Sport Tourer é a leitura familiar do best‑seller compacto da marca. Posiciona‑se no coração do segmento C, oferecendo uma bagageira de 521 litros e uma postura mais baixa e elegante do que muitos SUV rivais, com uma dinâmica tipicamente francesa orientada para o conforto. A história da variante familiar começa no final da década de 1990 (Mégane I Break) e ganha nome próprio com o Grandtour/Sport Tourer na geração II (2003). Em 2009, a geração III (K95) introduziu mais qualidade e motores 1.5/1.6 dCi populares, culminando no exclusivo GT 220. Em 2016, a geração IV (KFB) trouxe a plataforma CMF‑C/D, melhor infotainment e o inovador 4CONTROL no GT 205. A atualização de meio ciclo afinou o desenho e as motorizações, ao passo que, em 2020, a versão E‑TECH Plug‑in Hybrid 160 acrescentou eletrificação real ao quotidiano, com autonomia elétrica útil para trajetos urbanos. Sem romper com a tradição de conforto, a carrinha continuou a ser uma alternativa racional a SUV compactos mais caros.

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No final dos anos 90, o mercado europeu assistia à consolidação das carrinhas compactas como alternativa prática e mais dinâmica aos monovolumes. A Renault, com forte tradição familiar, transpôs a fórmula para o Mégane I (X64), lançando a variante Break aquando do facelift de 1999. O objetivo era disputar espaço com propostas como Opel Astra Caravan e Ford Focus Estate, oferecendo mais mala sem perder o carácter de berlina leve. O público português, historicamente receptivo a carrinhas, acolheu bem a solução. A primeira geração Break bebeu diretamente da base do Renault 19, com os robustos motores K4M 1.6 16v (110 cv) e os turbodiesel F9Q 1.9 dCi (105 cv) a assegurarem prestações honestas e custos de utilização contidos. Era uma carrinha simples, de ângulos arredondados, que trocava requinte por versatilidade. A receção crítica foi positiva quanto ao espaço, ainda que alguns apontassem o dedo a uma direção pouco comunicativa e a uma postura em curva claramente voltada ao conforto. Em 2003, a chegada do Mégane II (X84) elevou a aposta com a carroçaria Grandtour (também chamada Sport Tourer nalguns mercados). O projeto X84 partilhava a plataforma C da Aliança e trouxe uma cabine mais tecnológica para a época, bancos melhores e travagens mais eficazes. Na mecânica, o leque de motores estendia‑se do 1.6 16v (110 cv) aos 1.5 dCi 105 e 2.0 dCi 150, estes últimos já com filtro de partículas e caixas de seis relações. A qualidade de rodagem ganhou maturidade, mas o foco elétrico da Renault traduziu‑se também em alguns percalços de eletrónica de conforto (elevadores de vidros e cartão mãos‑livres) que marcariam a reputação de parte da série. A terceira geração (X95/K95), lançada em 2009, refinou o conceito. O Sport Tourer cresceu em distância entre eixos face à berlina, ganhou uma bagageira de referência (524 L anunciados nas primeiras séries) e alinhou uma gama de motores focada na eficiência: dCi 110 e 1.6 dCi 130 no diesel, TCe 130 e o especial GT 220 (2.0 TCe) no topo. A crítica destacou a suspensão confortável e o bom isolamento, enquanto o público profissional – frotas e representantes – valorizou a economia real do 1.5 dCi. Este período cimentou a fábrica de Palência (Espanha) como casa do Mégane, com ritmos de produção expressivos e reconhecimento industrial. Em 2016, o Mégane IV (KFB na carrinha) inaugurou a plataforma CMF‑C/D no segmento C da Renault, partilhando genes com Talisman, Espace e Kadjar. A carroçaria assumiu traços mais horizontais e uma assinatura luminosa em “C”, enquanto o interior passou a oferecer ecrãs maiores (R‑Link 2) e ADAS de novo fôlego. Tecnicamente, a estrela foi o GT 205 EDC com 4CONTROL (direção às quatro rodas), uma estreia no segmento, que encurtou raios de viragem e melhorou a agilidade. A gama mecânica cobriu TCe 130 (manual/EDC) e dCi/Blue dCi 110/115, com a versão 1.6 dCi 130 a sair de cena em 2018. A eletrificação chegou em 2020 com o E‑TECH Plug‑in Hybrid 160, combinando um 1.6 a gasolina com dois motores elétricos e uma caixa multimodo sem embraiagem convencional. Orientado para percursos diários, oferecia autonomia elétrica útil e custos de utilização muito baixos quando carregado com regularidade, posicionando o Sport Tourer como alternativa sustentável a frotas e famílias urbanas. Em paralelo, o facelift afinou infotainment e detalhes de acabamento. Culturalmente, o Mégane Sport Tourer tornou‑se um “best‑seller” silencioso nas frotas ibéricas, símbolo de racionalidade: mala grande, bom conforto e motores frugais. Desportivamente, o protagonismo coube aos RS hatch/coupé, mas o GT 205 com 4CONTROL mostrou que uma carrinha compacta podia dar cartas em fluidez de condução e estabilidade. Em 2021–2023, a transição interna da Renault para a família E‑Tech reduziu a importância comercial das versões térmicas, culminando no fim de produção do Sport Tourer IV em 2023, enquanto o nome Mégane migrou para o E‑Tech Electric. No mercado de usados português, a procura reparte‑se entre os dCi/Blue dCi (pela economia e facilidade de revenda) e, mais recentemente, os PHEV 160 em clientes urbanos. Em preço, as gerações II/III oscilam hoje entre 3.500 e 9.500 €, a IV diesel entre 9.000 e 16.000 € (2016–2019) e os PHEV 2020–2022 entre 17.000 e 24.000 €, variando com histórico, km e estado. O perfil típico do comprador é uma família que privilegia bagageira, custo por km e fiabilidade comprovada em percursos mistos, aceitando que um SUV alto custa mais e consome mais. Para quem valoriza condução, um GT 205 EDC bem mantido continua a ser a “jóia oculta” da gama.

Versiones y especificaciones

megane-i-break-19991999 – 2002

VersiónMotorCombustibleCVCaja0-100L/100kmCO₂
1.6 16v RXEGASOLINA110MANUAL
1.9 dCi 105DIESEL105MANUAL

megane-ii-sport-tourer-20032003 – 2009

VersiónMotorCombustibleCVCaja0-100L/100kmCO₂
1.6 16v 110 AuthentiqueGASOLINA110MANUAL
1.5 dCi 105DIESEL105MANUAL
2.0 dCi 150DIESEL150MANUAL

megane-iii-sport-tourer-20092009 – 2016

VersiónMotorCombustibleCVCaja0-100L/100kmCO₂
1.5 dCi 110 FAPDIESEL110MANUAL
1.6 dCi 130DIESEL130MANUAL
1.4 TCe 130GASOLINA130MANUAL
GT 220 (2.0 TCe)GASOLINA220MANUAL

megane-iv-sport-tourer-20162016 – 2023

VersiónMotorCombustibleCVCaja0-100L/100kmCO₂
TCe 130 EDCGASOLINA130AUTOMATICA
dCi/Blue dCi 110/115DIESEL110MANUAL
Blue dCi 115 EDCDIESEL115AUTOMATICA
GT 205 EDC 4CONTROLGASOLINA205AUTOMATICA
E‑TECH Plug‑in Hybrid 160PHEV160AUTOMATICA

Galería

General

Renault Mégane Sport Tourer (2016) | Información general - km77.com
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Puntos fuertes y débiles

A favor

  • Mala generosa (521 L) e boa modularidade, mantendo altura de carga prática.
  • Conforto de suspensão e isolamento acústico acima da média do segmento.
  • Oferta mecânica ampla: Blue dCi eficientes, TCe vivos e PHEV 160 muito económico no dia‑a‑dia.
  • GT 205 com 4CONTROL: agilidade e estabilidade raras numa carrinha compacta.
  • Infotainment R‑Link 2 evoluído nas versões superiores e bom pacote ADAS.

En contra

  • !Ergonomia do R‑Link 2 e alguns plásticos medianos nas versões base/intermédias.
  • !EDC pode exigir atualizações e cuidados no uso urbano intensivo (judder/sobreaquecimento).
  • !TCe 1.2 (pré‑meados 2016) com histórico de consumo de óleo/corrente — atenção redobrada no usado.

Mantenimiento y curiosidades técnicas

Os intervalos de manutenção variam por motor e uso, mas a boa prática é revisão anual ou a cada 20.000–30.000 km: óleo conforme especificação RN17/RN17 FE, filtro de óleo, ar e habitáculo, bem como inspeção de travões, pneus e suspensão. Nos motores dCi/Blue dCi, a correia de distribuição e bomba de água tendem a ser substituídas por volta dos 160–180 mil km ou 6–7 anos; em Portugal, um kit completo numa oficina independente ronda 500–800 €, subindo em rede oficial. O PHEV 160 requer, adicionalmente, verificações de software e diagnósticos da bateria de alta tensão, além da manutenção padrão do motor térmico. Peças com desgaste típico no modelo incluem casquilhos da barra estabilizadora, amortecedores dianteiros, discos/pastilhas e, em uso citadino, filtros de partículas (DPF) que podem saturar. Nos TCe 1.2 até meados de 2016 são conhecidos casos de consumo de óleo e alongamento da corrente — monitorize níveis e ruídos a frio; um serviço preventivo pode evitar reparações dispendiosas. Na transmissão EDC, embora muitos planos indiquem “sem manutenção”, o uso severo pode justificar troca preventiva do fluido da mecatrónica e reaprendizagens após atualização de software para suavizar acoplamentos. Em custos, conte com 180–260 € para manutenção corrente em independentes e 250–400 € em rede oficial. Uma revisão “grande” com velas/filtros extra e líquidos pode passar os 400–600 €. Para reduzir custos, carregamentos regulares no PHEV poupam travões e combustível; nos diesel, faça percursos longos quinzenais para regenerar o DPF; e mantenha pressões de pneus corretas para preservar conforto e consumos. Histórico documental completo (faturas, recalls cumpridos e inspeções) é o melhor passaporte para um Mégane Sport Tourer duradouro.

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Costes anuales — IVTM

El IVTM (Impuesto sobre Vehículos de Tracción Mecánica) varía por municipio en España — cada ayuntamiento define su coeficiente sobre la tabla nacional de los caballos fiscales. Para una estimación precisa, consulta la página de impuestos de tu municipio de empadronamiento.

Tabla por municipio top-20 llegará en una versión futura de esta página.